Vivência em Constelações Familiares

Vivência em Constelações Familiares

Vivência em Constelações Familiares

Confira a programação das Próximas Vivências:

Data: Domingo 10/11 à partir das 09h (agendar horário)

Ministrante: Ariadne Alvarenga

 

 

A Constelação familiar é um modo terapêutico de impulsionar uma ação de “ordem” no clã, pois mostra qual o lugar de cada um. Cada um junto com seu clã.

A Vivência em Constelações Familiares é ministrado no Espaço Holos Cursos e Terapias, localizado na Avenida 11 de Junho, 126 – próximo a estação do metrô Santa Cruz.

 

Sobre a Ministrante: Ariadne Alvarenga

Massoterapeuta, Acupunturista, Quiropata, operadora do INDIGO Beginner Course (Biofeedback Quantun), Reiki I e II e Facilitadora em Constelação Familiar Xamânica. Sou Professora das técnicas Bambuterapia, Hawaiana e Tui-Ná e Terapêuta Naturista em Três Corações/MG e São Paulo/SP em uma Clínica/Escola – Holos Cursos e Terapias Ltda.


Mas afinal o que é uma Constelação Familiar?

Exerce uma profunda mudança no padrão “oculto” do cliente e que o faz sofrer. O método recoloca o amor de cada membro da família no seu lugar e por isso tira um peso da alma de quem carrega funções que não lhe competem na hierarquia. Os ancestrais, na Constelação, reconquistam o seu lugar e liberam os familiares posteriores para viver o mundo.

Seu método de representantes de membros da família do cliente inicia um “movimento” no campo anímico. Um sistema, e o clã é um sistema, só se modifica através de uma ação externa. A Constelação propicia o início dessa ação. Ela tem como base o amor e a percepção de algo significativo. Uma constelação familiar revela os vínculos de destino.

O trabalho realiza-se em uma única sessão e seu resultado aparece imediatamente na consciência do cliente determinando uma mudança imediata da percepção do tema do conflito. Pode ser realizada em grupo ou no consultório – individual.


Quem Pertence à minha Família?

Os bisavós, os avós, os pais e filhos; Os irmãos e meio-irmãos; Os tios; Os que não nasceram por abortos espontâneos ou provocados – não há julgamento; Os mortos por acidentes funestos advindos de acidentes; Os esquecidos e excluídos (alcoólatras, assassinos, drogados).


Como e quando me serve uma Constelação Familiar?

O cliente que pede uma Constelação está em uma situação-limite. Irá dizer em uma frase o que deseja e qual o seu tema ao Constelador. Estará sentado ao seu lado e o grupo de voluntários espera. Pessoas do grupo são chamadas para representar os membros da família do cliente, se quiserem.

O grupo não fala nem participa do processo. O cliente posiciona esses representantes no espaço central do grupo. Essa posição revela como o cliente vê seu clã familiar EM SEU INCONSCIENTE.

O Constelador ou Terapeuta observa as ações dos representantes que se movem ou não, e expressam corporalmente o que está se passando com eles.

Nada mais é dito ou descrito pelo cliente que apenas observa também. Os movimentos dos representantes mostram, espacialmente, as dificuldades e seus sentimentos. (um olhar do representante do cliente expressa a sua raiva em direção ao pai, dificuldade de olhar a mãe, sinais de superioridade, de arrogância para os mais antigos, etc.)

Através de alguns rituais o relaxamento ou alívio acontece no campo de “energia” quando alguns gestos, orientados pelo Constelador, são realizadas pelo representante do cliente. Em geral, com algumas frases muito simples e breves: “Sim”; “Obrigada”; “Por favor”; “Querido papai”; “Querida mamãe”; com uma reverência profunda ou uma leve inclinação da cabeça aos nossos antecessores, sem julgamentos, com amor. Coisas que não fazemos habitualmente…

Nada é interpretado durante o processo. Não há julgamentos. O grupo não dá palpites ou conversa. Apenas assiste e dá suporte na energia. Por isso é chamado de método fenomenológico, Uma manifestação que aparece e desaparece. A “alma” do cliente entende e se sente aliviada. Algo se “movimenta” no campo representado. Muda o foco e a configuração. Mostra o novo e o antigo em conjunção para uma solução da situação-limite.


“UNE O QUE ESTAVA SEPARADO” (Bert Hellinger).

O método da Constelação é algo atemporal. Os processos dos grupos familiares raramente podem ser impedidos de forma racional. Não há controle possível.

“A segunda parceria amorosa é diferente da primeira, porque o novo parceiro se ressente dos antigos vínculos do outro.

Percebe-se isso pela cautela com que nos aproximamos do novo parceiro e, também, pela lentidão com que nos damos a ela e o tomamos, sem a mesma liberdade que presidiu ao relacionamento anterior.

Ambos os parceiros vivem a segunda parceria à sombra da primeira, mesmo que o antigo cônjuge já tenha falecido. Por essa razão, o segundo amor só logra êxito quando o vínculo com o primeiro é reconhecido e valorizado, quando os novos parceiros compreendem que sucedem aos anteriores e ficam em débito para com eles.

A segunda união não tem a mesma força e qualidade da primeira, nem isso é necessário. Mas não quer dizer que seja menos feliz ou afetuosa.

Na verdade, costuma ser até mais feliz e satisfatória. Todavia, a densidade do vínculo geralmente decresce a cada relacionamento sucessivo.

Eis por que a culpa e o senso de responsabilidade resultantes do segundo divórcio são geralmente menores que os provocados pelo primeiro; o segundo divórcio, de fato, tende a ser mais fácil e menos doloroso.

Podemos avaliar a força do vínculo pela porção de culpa, dor e perda que acompanha a separação.”
– Bert Hellinger

 

Investimento

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Agência Ag. 6328 C/C 03748-3
CNPJ 10.013.898/0001-96
Espaço Holos Cursos e Terapias

R$ 350,00

à vista (depósito)

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2X de R$ 193,00 ou
3X de R$ 129,00

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