Acupuntura – A técnica chinesa que combate também a depressão

Acupuntura – A técnica chinesa que combate também a depressão

Pesquisas recentes apontam que cerca de 11 milhões de pessoas, ou seja, 6% da população brasileira sofre com a depressão, e vale lembrar que esse é um tema que infelizmente ainda é tabu na sociedade.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil é considerado o 2º país com maior índice de depressão da América Latina, perdendo apenas para os Estados Unidos.

Estima-se que até 2030 a depressão será a doença mais comum do mundo, afetando mais pessoas do que qualquer outro problema de saúde, incluindo câncer e doenças cardíacas. Levando em consideração esses dados alarmantes, precisamos entender que falar sobre suas causas e procurar alternativas de tratamentos é prioridade para o atual momento.

Somos seres integrais e nossa saúde em equilíbrio depende de corpo, mente, emoções e energias em sincronia, e quando algo não está harmonizado podemos adoecer. O uso de remédios em caso de depressão nem sempre são eficazes ou se adequa à saúde das pessoas que os consomem, havendo cada vez mais espaço para as terapias complementares, e a acupuntura é uma delas.

 

Um estudo de 2013, publicado no periódico científico The American Journal of Psychiatry, mostra que o tratamento por meio da acupuntura é capaz de regularizar os níveis cerebrais do Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (do inglês Brain-Derived Neurotrophic Factor), que se encontra diminuído em pacientes deprimidos. O estímulo gerado pela eletroacupuntura se mostrou, inclusive, superior ao efeito da fluoxetina (medicamento comum no tratamento de depressão) na capacidade de regulação do fator.

 

Conversamos um pouco com o Terapeuta Oriental, Quântico e Acupunturista Vani Queiroz para entender um pouco mais de como a técnica atua nesses casos, Em processos depressivos tem excelentes resultados, dependendo da resposta do cliente e da sua colaboração, tem pessoas que se sabotam como mecanismo de defesa, usando a doença pra ter carinho e atenção aí fica difícil o tratamento. Não deve ser usado como tratamento único mas em conjunto com acompanhamento médico, psicológico”, salienta o Terapeuta.

 

Outro importante estudo nessa área foi realizado pelo cientista Wei-dong Wang, da Universidade de Pequim, na China. Ele comparou os efeitos antidepressivos da acupuntura e da paroxetina no tratamento da depressão. Sessenta pacientes foram selecionados e avaliados por escala apropriada antes e depois do tratamento. Os resultados mostraram que houve melhora significativa em ambos os grupos após 24 semanas de tratamento, concluindo que a eletroacupuntura se mostrou tão eficaz como terapia contra a depressão quanto o famoso medicamento antidepressivo, e sem os efeitos colaterais da medicação.

 

Muitas outras pesquisas, realizadas nas últimas décadas, atestam que a inserção de agulhas de acupuntura em pontos específicos do corpo provocam fenômenos de neuromodulação em três níveis: periférico (local), espinhal e supraespinhal, e são exatamente nesses pontos onde a técnica pode ser aplicada dentro de quadros de diagnósticos depressivos.

Para casos como epilepsia, o Terapeuta também já obteve sucesso “Trabalho a 20 anos com acupuntura, a sensação que tenho é que a cada sessão que faço em meu cliente é a certeza de estar proporcionando a ele o seu restabelecimento físico e mental. Lembro-me do caso de uma senhora de 50 anos que tinha crise de epilepsia dia sim dia não após um tratamento de 6 meses de acupuntura desapareceu as crises”, comemora Vani.

 

Muitas pessoas buscam novas possibilidades e propósitos em suas carreiras como Terapeuta, e para elas Vani dá uma dica, “Para quem quiser aprender a Acupuntura aconselho procurar um curso com no mínimo 18 meses, e pesquisar o conceito dos professores da respectiva escola”.

 

No Espaço Holos oferecemos essa formação para quem deseja aprender a técnica. Se você ficou com vontade de aprender Acupuntura, clique no link e confira todas as informações sobre a próxima turma do curso

Clique Aqui

Abraços

Luciana Maier

Sem comentários

Postar Comentário